Sobre Dr. Walter Jr. Boim de Araujo

CRM: 19850-PR. Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Residência Médica em Cirurgia Geral pela UEL e em Cirurgia Vascular pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestre e Doutorando em Cirurgia pela UFPR. Título de Especialista em Cirurgia Vascular; Ecografia Vascular com Doppler e Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela SBACV/CBR/AMB. Membro da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE) e International Member da Cardiovascular and Interventional Radiological Society of Europe (CIRSE). Médico Assistente do Serviço de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular do Hospital de Clínicas da UFPR. Preceptor da Residência Médica em Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital Angelina Caron.

Checkup Vascular

Checkup Vascular

1- O que é um Checkup?

O checkup é uma avaliação médica de rotina associada a exames de acordo com idade e sexo com o objetivo de:
Informar e realizar formas de prevenção de doenças por meio de hábitos de vida saudável, dieta equilibrada e atividade física.
Diagnosticar doenças que já estão instaladas, porém ainda não manifestadas (colesterol alto, diabetes, hipertensão) cujo tratamento impactará beneficamente na qualidade de vida das pessoas.

2- O que é um Checkup Vascular?

O Checkup Vascular consiste em uma consulta clínica onde é feito uma pesquisa de sinais e sintomas e de fatores de risco das principais doenças da circulação, além de exame físico, exames laboratoriais e alguns exames de imagem.

3- Qual o objetivo de um Checkup Vascular?

As doenças da circulação apresentam alta prevalência em determinados grupos populacionais. A tendência é que ocorra um aumento da prevalência destes problemas circulatórios devido ao envelhecimento da população.
O objetivo de um Checkup Vascular é diagnosticar e prevenir precocemente as doenças da circulação, tais como:

Insuficiência Venosa Crônica – Varizes de membros inferiores
Trombose Venosa Profunda
Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) ou seja, má circulação nas pernas
Doença Aterosclerótica das Artérias Carótidas
Aneurismas Arteriais (Dilatação das Artérias)

4- Como o Checkup Vascular é realizado?

Realizamos um programa de Chekup Vascular, onde na mesma consulta você será avaliado e examinado visando a investigação das principais doenças da circulação, além de, se necessário complementação com a realização de exames de Ecografia Vascular (Ecodoppler Vascular com Doppler) na própria clinica.
Ao final da avaliação o paciente recebe o resultado do seu Checkup e orientações gerais sobre prevenção e nos casos necessários solicitação de outros exames complementares ou instituição do tratamento.

Uso de Células Tronco para pacientes com Isquemia Crítica

Células TroncoA isquemia crítica é uma forma de doença vascular periférica que é definida como sendo o fluxo arterial insuficiente para manter as funções normais dos tecidos.

Têm uma incidência de 300 casos por milhões de habitante por ano e apesar dos tratamentos atualmente disponíveis, muitos pacientes vão morrer ou sofrer amputação maior em cinco anos.

Dada a prevalência da isquemia crítica na população , há uma necessidade do surgimento de novas terapias para salvamento do membro , além dos tratamentos atualmente disponíveis, tais como a modificação dos fatores de risco , o tratamento clinico medicamentoso, as cirurgias de revascularização e as angioplastias.

Alguns pacientes com isquemia crítica não são candidatos à cirurgia de revascularização por uma variedade de razões, deixando-os sem opção e levando a amputação e posteriormente a piora a qualidade de vida.

Uma nova opção de tratamento, o uso de células tronco, tem beneficiado alguns pacientes que sofrem de isquemia crítica devido a diminuição do fluxo de sangue para as pernas e que não são elegíveis para cirurgias de revascularização.

Uma maneira de aumentar o fluxo de sangue em um membro é “colateralização”, onde o corpo de um paciente responde a obstruções dos vasos sanguíneos através da criação de novos canais alternativos para que o sangue flua em torno de artérias bloqueadas (circulação colateral).

Baseado nisso, nessa nova opção de tratamento os médicos fazem a coleta de células-tronco que estão presentes em altas concentrações na medula óssea do próprio paciente e após um período de preparo do material coletado , elas são injetadas  no membro isquêmico como um esforço para estimular o processo de colateralização .

Entre as medidas iniciais analisadas correspondentes a uma boa resposta a esta terapia estão a melhoria da dor e a diminuição das úlceras e gangrena existentes; trazendo consequentemente uma melhora na qualidade de vida.

Varizes e a Gravidez

varizes-na-gravidez-349918-1A própria gestação é um dos principais fatores de risco para varizes.

Há vários motivos para que isso ocorra:

– Durante a gravidez ocorre um aumento do volume de sangue.

– Ocorre a diminuição da velocidade do retorno do sangue das pernas para a pelve e abdome, fazendo com que ocorra um aumento da pressão sobre as veias .

– Um nível mais alto do hormônio progesterona também contribui para varizes, fazendo com que as veias fiquem mais dilatadas.

As varizes durante a gravidez não estão limitados as pernas, elas também podem ocorrer na vulva e serem pequenas e quase imperceptíveis , ou podem ser muito grandes e dilatadas, levando a desconforto para se sentar.

Você não pode controlar uma história familiar de varizes, nem as mudanças em sua circulação, muito menos as alterações hormonais durante a gravidez. Ainda assim, você pode tomar medidas para ajudar a prevenir ou atenuar os efeitos das varizes durante a gravidez.

Algumas Dicas:

1- Eleve as pernas. Elevar as pernas acima do nível do seu coração pode ajudar a promover a circulação. Você pode até colocar um travesseiro firme entre o colchão e a cama para levantar as pernas enquanto você dorme.

2- Mudar de posição. Se você tende a caminhar por longos períodos de tempo , faça pausas regulares para se sentar. Se você tende a sentar-se muito, caminhe regularmente.

3- Monitore seu peso. O ganho de uma grande quantidade de peso em um curto período de tempo é especialmente prejudicial para suas veias.

4- Utilize meia elastica medicinal prescrita pelo seu medico.

5- Beba muitos líquidos e faça uma dieta rica em fibras.

6- Siga as orientações de seu Ginecologista e Angiologista/Cirurgião Vascular.

As varizes que se desenvolvem durante a gravidez muitas vezes desaparecem dentro de alguns meses a um ano após o parto – quando você tiver se recuperado das alterações da hemodinâmica vascular e hormonais da gravidez.

Enquanto isso, não hesite em discutir as suas preocupações ou desconfortos com o seu Angiologista/Cirurgião Vascular.

Varizes

 

O que são veias varicosas?

Artérias trazem sangue rico em oxigênio de seu coração para o resto de seu corpo. Veias devolvem sangue pobre em oxigênio para seu coração.

Você tem 3 tipos de veias em suas pernas:

1- Veias superficiais: ficam próximas a sua pele; compreendem também as safenas: magna (ou interna) e parva (ou externa)

 

2- Veias profundas que ficam envolvidas por músculos. As Veias profundas conduzem o sangue a veia cava inferior que é a maior veia de seu corpo e que faz o retorno do sangue venoso ao seu coração.

 

3- Veias perfurantes que conectam veias superficiais a veias profundas.

 

As varizes são uma das doenças vasculares mais freqüentes e atingem cerca de 50% da população acima de 50 anos e 30% das pessoas com 30 anos em média. Tem origem hereditária e também pode ser desencadeada por gravidez, uso de anticoncepcionais e postural (ficar muito tempo em pé e sentado).

Elas se formam pelo enfraquecimento e desgaste nas válvulas das veias das pernas. O normal é que o sangue circule da veia superficial (visível, fica sob a pele, na camada de gordura) para a profunda (situada no meio da musculatura da perna e invisível).

Já as pessoas com as válvulas doentes têm uma inversão no caminho do sangue, da veia profunda para a superficial, e este aumento do volume sanguíneo resulta em dilatação e no aparecimento da doença. Veias varicosas são veias dilatadas e tortuosas que você pode ver através de sua pele. Elas podem se apresentar em diversas formas: apenas como minúsculas linhas avermelhadas serpentinosas (telangiectasias), ou mais calibrosas azuladas (varizes de médio calibre) ou ainda com nódulos que saltam o plano da pele (varizes de grosso calibre

 

Por que as varizes são mais comuns nas pernas do que em outros lugares?

Normalmente, depois do sangue sair do coração e chegar nas pernas e pés, ele tem que voltar ao coração e aos pulmões para receber mais oxigênio. Isso é feito com a ajuda dos músculos e das veias das pernas e dos pés. Eles “fazem força” para que o sangue destas regiões mais baixas do corpo suba em direção ao coração e pulmões (contra a gravidade). Além disso, para que o sangue que está subindo não volte, existem pequenas válvulas dentro das veias que impedem que isto aconteça. No entanto, quando por diferentes motivos o sangue não consegue subir, e se acumula nas veias das pernas e pés, as veias ficam dilatadas e aparecem as varizes.

 

Quais os Sintomas? 

Queimação nas pernas e plantas dos pés, inchaços especialmente nos tornozelos, prurido ou coceira, cansaço ou sensações de fadiga e peso nas pernas e câimbras. Podem ainda provocar manchas escuras e inflamações (como as flebites que ocorrem na parede dos vasos).

 

Quais os fatores de risco para Varizes? 

Vários são os fatores que aumentam a chance da pessoa ter varizes, sendo a hereditariedade (que passa de pais para filhos) o mais importante. Porém, outros fatores como a gravidez, hormônios (principalmente ou uso de anticoncepcionais e a terapia de reposição hormonal para a menopausa) ou ficar muito tempo em pé ou parado (por exemplo, balconistas, professores, vendedores etc.) também são fatores de risco importantes para o desenvolvimento de varizes.

De que testes/exames precisarei? 

Primeiro seu médico lhe pergunta por sua saúde geral, história médica, e sintomas; e faz um exame físico. Seu médico examinará a textura e cor de qualquer veia proeminente.

Para confirmar o diagnóstico  de veias varicosas e para um melhor planejamento terapêutico, seu médico pode solicitar um teste de Ecodoppler Venoso de membros inferiores.  Esse exame é usado para avaliar a competência e ver a estrutura de suas veias da perna (veias do sistema superficial e profundo) . O teste pode levar aproximadamente 20 minutos para cada perna. Além de mostrar veias varicosas, o ecodoppler pode ajudar seu médico a decidir se suas veias varicosas são relacionadas a alguma outra condição, como por exemplo sequela de trombose venosa profunda, varizes pélvicas ou síndrome de Cockett.

 

Como veias varicosas são tratadas? 

Existem vários tratamentos para as varizes, que devem ser indicados de acordo com cada caso.

Tratamento Clinico:

Entre esses tratamentos, podemos citar ou uso diário de meias elásticas de compressão (que ajudam o sangue a subir) e medicamentos como a cumarina e a troxerrutina; a diosmina/hesperidina; a castanha da índia etc., que podem melhorar a circulação das pernas amenizando os sintomas. Para o uso de meias elásticas, recomenda-se que a pessoa as coloque logo pela manhã, pois com o passar do dia, o sangue fica acumulado nas pernas e pés, o que dificulta a sua colocação e a subida do sangue. Em relação aos medicamentos, estes devem ser utilizados sempre de acordo com a prescrição médica para que funcionem adequadamente.

Escleroterapia:

A escleroterapia, conhecida por muitos como “aplicação”, é um tratamento destinado à eliminação das telangiectasias(vasinhos). Um líquido muito concentrado, chamado esclerosante, é injetado através de microagulhas, que são extremamente finas, dentro do vasinho. Este líquido provoca uma alteração na célula do vaso fazendo com que ele desapareça. Quando o líquido continua na circulação e atinge os vasos maiores é diluído pelo sangue e perde a concentração e, portanto, o efeito. Este tratamento é indicado apenas para os vasinhos, porque se o líquido for aplicado em vasos maiores podem provocar manchas e sérias complicações. Existem muitas substâncias que podem ser usadas e uma das mais empregadas é a glicose, por causa da grande tolerabilidade do paciente e por não causar alergia.

 

Laser Transdérmico:

Consiste no disparo do Laser através da pele promovendo a destruição da varicosidade pela dissipação de calor intenso, localizado e seletivo (fototermólise).

 

 

Espuma Ecoguiada:

Uma agulha é introduzida na veia comprometida guiada por imagens de ecografia vascular e realizamos a injeção da espuma esclerosante (combinação de um liquido esclerosante denominado Polidocanol e ar ambiente) ocasionando obliteração do lúmen da veia e oclusão da mesma. Se alguma veia não é completamente tratada, injeções adicionais podem ser dadas em sessões posteriores.

 

Microcirurgia com Anestesia Local:

É indicada para os casos mais leves de microvarizes. Pode ser feita em Hospital, ou na própria clínica. É aplicado apenas anestesia local no trajeto das microvarizes. As microvarizes são retiradas por pequenas incisões, tão pequenas, que não necessitam pontos para cicatrizar. A cirurgia é feita com o auxílio de microganchos que retiram as veias e as eliminam. É necessário um período de repouso não prolongado, usualmente de três a quatro dias, quando se retoma a atividade normal. Atividade física pode ser feita em 7 dias. É necessário um período sem tomar sol que varia de caso para caso. Este tipo de procedimento retira as veias reticulares (microvarizes) que estão sob a pele, formando trajetos azulados ou esverdeados e que freqüentemente estão intimamente associados com as telangiectasias ou vasinhos. Estas veias são muito freqüentes na face posterior do joelho e lateral da coxa e perna. Aparecem também na parte de dentro do joelho e coxa e às vezes na frente da tíbia. Quando estão associadas as telangiectasias (vasinhos) são fonte de refluxo e estase de sangue. Assim são em parte responsáveis pelo aparecimento dos vasinhos e devem ser tratadas também para melhores resultados

Microcirurgia com Anestesia Peridural:

Trata-se em essência do mesmo procedimento realizado com anestesia local, mas para pacientes que tem uma grande

quantidade de microvarizes. Neste caso a anestesia peridural substitui a anestesia local. Quando as varizes são em grande número, este procedimento é mais confortável. A cirurgia é feita em hospital.

Cirurgia de Varizes:

É um procedimento realizado em Hospital para portadores de varizes de médio e grosso calibre. A necessidade ou não de internação vai depender da extensão do procedimento, e varia da alta no mesmo dia até 1 dia de internação. O tempo de repouso é mais prolongado, se estendendo por 7 a 30 dias.

Este procedimento vai tratar as veias aparentes e suas causas. Assim serão retiradas as safenas se estiverem doentes, as colaterais, as perfurantes, as veias reticulares.

O paciente passa no pré-operatório por uma fase que chamamos de “marcação das varizes”. Neste procedimento pré-operatório, são desenhadas na perna, pelo cirurgião as veias que estão doentes, e são identificadas pelo exame clínico ou por ultra-som os pontos que apresentam refluxo ou estase, e que deverão ser tratados na cirurgia. Durante a cirurgia, o cirurgião vai seguir sua marcação prévia, como se fosse um projeto, para que os resultados sejam os melhores possíveis.

 

Cirurgia para varizes com Radiofreqüência:

É realizado através da inserção de um cateter e aquecimento da parede da veia com temperatura controlada de energia por radiofreqüência, ocasionando o fechamento da veia safena doente fazendo com que o sangue se direcione para veias saudáveis.

 

Cirurgia para varizes com LASER Endovascular – EVLT:

Nessa técnica ao invés de retirar as veias de grande calibre como a safena, elas são desligadas do corpo e tratadas por uma microfibra ótica, que transmite o LASER. A veia permanece no local, mas inativada, e separada da circulação. A grande vantagem é o pós-operatório que é muito mais simples com menos hematomas e retorno às atividades normais mais cedo.

 

Varizes voltam?

Varizes não voltam, aparecem outras que devem ser tratadas. Uma veia que estava normal no momento de um tratamento, mais tarde poderá estar doente, porque a tendência hereditária existirá durante toda a vida. Por este motivo é que se propõe o Tratamento Continuado de Varizes, que controla o problema estético e a doença conforme se manifestem.

 

Orientações sobre o uso de meia elastica medicinal

01) O que é meia elástica medicinal ?
É um produto terapêutico que exerce compressão em todo membro inferior expressa em mmHg, graduada com uma compressão maior no tornozelo que vai decrescendo no sentido da coxa.

02) Qual a diferença da meia elástica medicinal das meias estéticas comuns ?
A meia elástica medicinal vem com uma compressão de fabrica expressa em mmHg , que vai desde 10 a 50 mmHg na sua maioria. A meia estética não exerce compressão de natureza terapêutica.

03) A meia elástica tipo ¾ ou panturrilha corta a circulação da perna ?
A meia elástica ¾ ou panturrilha é a meia mais prescrita no mundo e o seu uso não corta a circulação , pois ela exerce uma compressão eletronicamente calibrada , diminuindo no sentido tornozelo – coxa.

04) Quanto tempo dura uma meia elástica medicinal ?
Quando o seu uso é de 4 a 6 vezes na semana , sua durabilidade é de 4 a 6 meses.

05) Existe meia elástica medicinal com característica de meia estética ?
Sim , os fabricantes de meia elástica medicinal tem hoje graças a tecnologia, produtos com boa ação terapêutica e com aspecto de meias estéticas.

06) Posso adquirir uma meia elástica medicinal sem prescrição médica ?
Não , a meia elástica deve ser prescrita pelo seu médico.

07) O uso da meia elástica medicinal evita varizes nos membros inferiores ?
Não , a meia elástica é utilizada para tratamento sintomático, diminuindo a dor e o edema (“inchaço”) no membro.

08) Durante a Gravidez é importante o uso da meia elástica ?
Resposta : Sim, a meia elástica durante a gravidez proporciona um conforto para paciente , pois as alterações hormonais e compressão do útero nas veias abdominais piora o quadro das pacientes que tem tendência a desenvolver varizes nos membros inferiores, sendo que a meia diminui o edema e ameniza o quadro de varizes.

09) Quais são as contra-indicações do uso das meias elásticas ?
Infecção, Ulcerações e Eczema na pele dos membros inferiores, Insuficiência cardíaca descompensada, Insuficiência arterial sintomática nos membros inferiores.

10) Como deve ser colocada a meia elástica medicinal ?
A meia deve ser colocada pela manhã ao levantar e retirada ao final do dia, não se deve dormir com a meia elástica.

11) Você tem dificuldade de vestir sua meia elástica !
A meia elástica pelo fato de exercer compressão em toda sua extensão, quando nas primeiras vezes do seu uso o paciente tem muita dificuldade. Alguns fabricantes criaram calçadeiras especiais para facilitar sua colocação. Mas recomenda-se que o paciente esteja com as unhas aparadas, e inicialmente calce o pé e o restante fica facilitado.

12) A partir de qual compressão uma meia é considerada medicinal ?
Em um consenso europeu ficou estabelecido que a partir de 10 mmHg no tornozelo já se considera meia medicinal.

13) Pode dormir com meia elástica ?
Não , a meia elástica medicinal deve ser colocada pela manhã ao levantar-se e retirada ao final do dia ou da jornada de trabalho.

14) Quais os tipos de compressão que existe ? Como são classificadas as meia elásticas ?
Não existe consenso em relação aos fabricantes, mas esta estabelecido que os tipos de meias medicinais são : ¾ , 7/8 , tipo calça e gestante. Os tamanhos mais comuns : pequeno, médio e grande.
E a compressão no tornozelo que decresce até a coxa vai de 10 mmHg a 50-60 mmHg , dependendo da patologia que queira tratar.

15) Como é prescrito uma meia elástica medicinal ?
Vão ser obtidas as medidas de diâmetro, no tornozelo, panturrilha (músculo da perna) e coxa, além da altura da perna e da coxa. Além de estabelecer o tamanho e tipo vai ser escolhida a compressão em mmHg mais adequada para o seu caso.

Fonte: www.meiaelastica.com.br

 

Aneurisma de Aorta Abdominal


O que é aneurisma arterial?

É uma dilatação permanente, localizada de uma artéria tendo pelo menos 50% de aumento, comparado ao diâmetro normal.

 

 

 

 

 

 

Qual a sua importância?

Acomete 5% dos homens acima dos 55 anos e afeta em menor proporção as mulheres (8 homens para cada mulher).Uma vez enfraquecida a parede arterial, ela cede à constante pressão pulsátil do sangue em seu interior e, se dilata. A partir daí e, de acordo com conceitos de leis físicas, essa dilatação aumenta cada vez mais, progredindo inexoravelmente para a rotura da artéria, situação sempre de extrema gravidade, que pode culminar com o óbito do paciente, às vezes até mesmo antes que ele consiga alcançar recursos médicos.

Após a ruptura de um aneurisma de aorta abdominal, somente metade (50%) dos pacientes conseguem chegar vivos ao hospital. Deles 24% ou mais morrem antes da operação, e 42% morrem após a operação, com uma incidência geral de mortalidade de 78 a 94%.

O fator isolado mais comum associado à ruptura é o diâmetro máximo transversal do aneurisma da aorta. Risco de ruptura por ano:

  • 4 a 5 cm à 1 a 3% / ano.
  • 5 a 7 cm à 6 a 11% / ano
  • > 7 cm à 20% / ano

 

Como e porque ocorrem?

As causas do aparecimento dos aneurismas são várias mas, as mais comuns, são por enfraquecimento da parede dos vasos, decorrentes de doenças como aterosclerose (causa mais freqüente dos aneurismas) ou inflamações do próprio vaso, fazendo com que aos poucos, durante os anos, esse local enfraquecido comece a se dilatar, podendo chegar a vários centímetros de diâmetro. Além da aterosclerose, outros fatores que podem aumentar o risco de aneurisma incluem:

  •  Homens com mais de 60 anos
  • Ter um parente imediato, com por exemplo pais ou irmãos que tem aneurisma
  • Ter Hipertensão Arterial Sistêmica
  • Tabagismo: O fumo é o fator de risco mais importante e está associado a 78% dos aneurismas descobertos em triagem.

 

Onde são mais freqüentes?

Os aneurismas podem ocorrer em qualquer artéria do corpo humano, mas preferencialmente são encontrados na aorta abdominal, seguida das artérias dos membros inferiores e superiores, artérias cerebrais e algumas vezes nos vasos dos órgãos abdominais.

 

Como pode ser feito o diagnóstico?

Muitas vezes o próprio paciente pode fazer o diagnóstico, palpando uma “bola” que pulsa, ou um “coração na barriga”, quando esse ocorre na aorta abdominal.No entanto, nessa situação, o aneurisma já é volumoso, não sendo um diagnóstico precoce.

O diagnóstico pode ser realizado pela palpação do abdômen pelo Médico clínico geral ou pela realização de uma ecografia de abdômen que muitas vezes é solicitada para a investigação de outro problema .

 

 

 

 

 

 

Quais exames de imagem podem ser feitos?

  • Raio X: ocasionalmente são descobertos por seu aspecto característico de “casca de ovo” dado pela calcificação da parede da artéria
  • Ultra-Sonografia: é o teste não invasivo (não causa dor para o paciente) mais amplamente utilizado para diagnosticar e acompanhar aneurismas da aorta abdominal.
  • Tomografia Computadorizada: é o teste mais preciso para fazer uma imagem de aneurisma aórtico. Demonstra claramente o tamanho e a extensão do aneurisma aórtico e sua relação com as artérias renais e ilíacas.
  • RNM: é a mais nova das técnicas usadas para avaliação de aneurisma aórtico.
  • Arteriografia/Angiografia: É uma técnica que pode ser utilizada na estratégia de tratamento.

 

 

Quando pode ser feito o acompanhamento clínico e com exames de imagem?

Estudos tem mostrado que o risco de ruptura de aneurismas da aorta pequenos (<5cm) é bastante baixo, e pode ser feito acompanhamento clínicos e com exames de imagem em aneurismas da aorta com diâmetros menores que 5 ou 5,5 cm com segurança, a menos que ocorra expansão (aumento) rápida (> 1cm/ano) ou desenvolvimento de sintomas pelo paciente.

 

 

 

Qual é o tratamento?

Existem 2 opções para o tratamento do Aneurisma da Aorta Abdominal:

Tratamento Cirurgico Aberto:

A cirurgia dos aneurismas está hoje em dia muito bem desenvolvida e padronizada, sendo que os riscos cirúrgicos, apesar de ser um procedimento sempre delicado, são bastante baixos quando a operação é realizada por cirurgião experiente.

Durante o tratamento cirúrgico aberto ou convencional é feito uma incisão em seu abdômen e substitui-se a parte dilatada da sua aorta com um tubo (enxerto). Este enxerto é feito de material sintético forte, como PTFE ou Dacron, no tamanho e forma da aorta saudável. O pós-operatório imediato (geralmente 1 a 2 dias) é feito em UTI e o tempo de internação após a cirurgia varia de 4 a 7. Pode-se requerer 2 a 3 meses para uma recuperação completa. Mais que 90% das correções de aneurisma abertos têm êxito por longo tempo (vários anos).

 

 

 

 

 

 

Tratamento Endovascular:

Seguindo a evolução tecnológica na Medicina, também a cirurgia vascular progrediu, podendo ser utilizado, em casos muito bem selecionados, a tecnologia da utilização de tratamento endovascular com próteses que são colocadas por dentro do aneurisma através do cateterismo das virilhas. Ficando esse tipo de tratamento reservado principalmente para os pacientes com alto risco cirúrgico para o tratamento cirúrgico convencional.

Como o enxerto em cirurgia aberta, a prótese endovascular fortalece também a aorta. Seu tempo de recuperação para o tratamento endovascular é normalmente mais curto que a cirurgia aberta, e sua permanência de hospital pode ser reduzida a 2 a 3 dias. Porém, este procedimento requer um acompanhamento com procedimentos de imagem (angiotomografia) mais freqüentes para uma segurança de que a endoprótese continua funcionando corretamente, e é mais provável requerer manutenção periódica do que o procedimento aberto. Além disso, você pode não ser candidato para ter este procedimento, pelo fato de que nem todos os pacientes tem anatomia favorável (extensão do aneurisma, sua relação para as artérias renais etc)

Enquanto o tratamento endovascular pode ser uma opção boa para alguns pacientes, em alguns outros casos, o tratamento cirurgico do aneurisma aberto ainda pode ser o melhor modo para curar AAA. Seu cirurgião vascular lhe ajudará a decidir qual o melhor método de tratamento para sua situação particular.


Aneurisma de aorta abdominal tratada com endoprótese.

Aterosclerose

O que é Aterosclerose?

É caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias, reduzindo seu calibre e trazendo um déficit sangüíneo aos tecidos irrigados por elas. Seu desenvolvimento é lento e progressivo, e geralmente é necessário haver uma obstrução arterial significativa, de cerca de 75% do calibre de uma artéria, para que surjam os primeiros sintomas isquêmicos (sintomas derivados da falta de sangue).

Qual a sua importância?

A aterosclerose é a principal causa de morte no mundo ocidental
Incidência média anual: 26 por 10.000 homens e 12 em 10.000 mulheres, mostrando aumento com a idade.

Quais artérias podem estar envolvidas e qual o quadro clínico?

A aterosclerose é uma doença sistêmica, acometendo simultaneamente diversas artérias do ser humano.

O quadro clínico apresentado pelo paciente vai depender de qual artéria está mais significativamente obstruída:

– Caso sejam as coronárias (artérias do coração), se produzirá a dor cardíaca durante o esforço – angina de peito – na evolução crônica ou o infarto na evolução aguda.
– Caso sejam as carótidas (artérias do pescoço) se produzirão perturbações visuais, paralisias transitórias e desmaios na evolução crônica ou o derrame (acidente vascular encefálico) na evolução aguda.
– Caso sejam as artérias ilíacas e femorais (artérias de membros inferiores) ocorrerão claudicação intermitente (dor nas pernas ao caminhar), queda de pêlos, atrofias da pele, unhas e musculares, e até mesmo impotência  (dificuldade de ereção peniana) nos casos crônicos e gangrena (morte do tecido por falta de sangue e oxigênio) nos casos agudos.

– A aterosclerose também pode causar fraqueza da artéria acometida, dilatando, causando o aneurisma arterial.

Quais os fatores de risco?

Idade: Predominante na faixa de 50 a 70 anos.
Sexo: Predominante no sexo masculino, pois as mulheres são “protegidas”desviando suas gorduras sangüíneas para a produção de hormônio feminino (estrogênio). Após a menopausa a “proteção”desaparece.
Hiperlipidemia: Indivíduos que têm altos níveis de gorduras circulantes no sangue, sendo o colesterol a principal delas, depositam este excesso nas artérias obstruindo-as progressivamente.
Tabagismo: Os indivíduos que fumam têm um risco nove vezes maior de desenvolver a arteriosclerose que a população não fumante. A decisão de parar de fumar modifica favoravelmente a evolução dos pacientes sintomáticos.
Hipertensão: A hipertensão arterial provoca alterações na superfície interna das artérias, facilitando a penetração das gorduras na parede arterial.
Sedentarismo: A atividade física reduz os níveis de colesterol e favorece a circulação.
História familiar: Assim como a idade e o sexo, não podemos mudar nossa herança genética, e este é um fator também importante, não devendo ser negligenciado. Há famílias que, por diversos desvios metabólicos, estão mais sujeitos à doença.

O angiologista e/ou cirurgião vascular é o médico indicado para avaliar e tratar a aterosclerose. Melhor que tratar é evitar o aparecimento da doença. Isso pode ser alcançado com uma dieta alimentar equilibrada, não fumando e praticando regularmente exercícios físicos.

 

Trombose Venosa Profunda – TVP

O que é Trombose Venosa Profunda?

A Trombose Venosa Profunda (TVP), é a doença causada pela coagulação do sangue (formação de trombos) no interior das veias – vasos sangüíneos que levam o sangue de volta ao coração – em um local ou momento não adequados; devemos lembrar que a coagulação é um mecanismo fisiológico (normal) do organismo.

O processo de formação de coágulos é prejudicial ao organismo?

Nem sempre. Sabemos que, quando nos cortamos, nosso organismo reage rapidamente fechando os vasos sangüíneos do ferimento com a formação de um coágulo local, para interromper o processo de perda sangüínea. Quando a formação de coágulos se dá de maneira patológica, ou seja, sem necessidade, caracteriza-se o quadro de Trombose Venosa Profunda ou TVP e, neste caso, ela é prejudicial.

Qual a incidência de Trombose Venosa Profunda?

No Brasil, um estudo clínico feito em Botucatu (SP) evidenciou a incidência de 0,6 caso a cada 1.000 habitantes por ano.

Quais as veias mais acometidas?

As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos).

Por que a Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma doença importante?

Porque suas principais conseqüências a curto prazo podem levar à morte, prolongar ou complicar uma internação ou cirurgia e mesmo tornar o indivíduo inabilitado para a realização de determinadas atividades sociais e de trabalho, quando deixa o que chamamos de seqüelas.

Quais o fatores de risco?

É uma patologia mais freqüente em pessoas portadoras de certas condições predisponentes:

Uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal

Tabagismo

Presença de varizes

Pacientes com insuficiência cardíaca

Tumores malignos

Obesidade

História prévia de trombose venosa

Pacientes submetidos a cirurgias de médio e grande portes

Infecções graves

Traumatismo

A fase final da gestação e o puerpério (pós-parto)

Idade avançada

Pacientes com anormalidades genéticas do sistema de coagulação

E qualquer outra situação que obrigue a uma imobilização prolongada (paralisias, infarto agudo do miocárdio, viagens aéreas longas, etc).

A Trombose Venosa Profunda pode ser evitada?

Sim. Hoje existem métodos físicos, mecânicos e farmacológicos (uso de medicamentos) para prevenção da TVP, que podem ser utilizados dependendo do risco tromboembólico individual. Somente seu médico pode indicar o adequado para você.

Como posso saber se pertenço ao grupo de risco para desenvolver a Trombose Venosa Profunda?

Você deve procurar seu médico Cirurgião Vascular. A avaliação de risco é simples e a prevenção também.

Quais os sintomas?

Todo paciente com queixa de edema (inchaço) e dor nos membros inferiores deve ser avaliado pensando-se em trombose venosa profunda.

Quando ocorre manifestação clínica, o sintoma mais freqüente é dor na panturrilha,   a eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e sensação de peso nas pernas.

Quais os achados no exame físico?

Durante o exame físico, o membro afetado pode estar mais edemaciado (inchado), com dor presente à palpação da panturrilha e à dorsiflexão do pé; podem-se observar veias varicosas ou veias superficiais dilatadas e edema de tornozelo.

Quais as complicações agudas (recentes)?

A Trombose Venosa Profunda pode ser de extrema gravidade na fase aguda, causando embolias pulmonares muitas vezes fatais (embolia pulmonar é causada pela fragmentação dos coágulos e a migração destes até os pulmões, entupindo as artérias pulmonares e gerando graves problemas cardíacos e pulmonares).

Quais as complicações crônicas (tardias)?

fase crônica, após dois a quatro anos, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que, ao cicatrizarem, podem levar a um funcionamento deficiente destes vasos sangüíneos.

O conjunto das lesões (pigmentação escura da pele, grandes varizes, inchaço (edema) das pernas, eczemas e úlceras de perna) é chamado de síndrome pós-trombótico. Esta complicação está relacionada ao grau de recanalização do vaso acometido e pode levar a imensos problemas socio-econômicos por ser de tratamento caro, prolongado e extremamente penoso em suas repercussões sociais.

Quais os métodos utilizados no diagnóstico?

A TVP é, muitas vezes, assintomática. O diagnóstico clínico é difícil. O exame mais utilizado para o diagnóstico da TVP é o Eco Color Doppler.

A TVP pode ser tratada?

Sim. O tratamento é feito com substâncias anticoagulantes (impedem a formação do trombo e a evolução da trombose) ou fibrinolíticos (destroem o trombo). Mais modernamente, e em situações selecionadas, o tratamento da TVP pode ser feito na própria residência do paciente, usando-se as heparinas de baixo peso molecular e anticoagulantes orais.

Leia mais:

Orientações sobre uso de anticoagulantes orais (Marevan)

Orientações uso de meias elásticas

Prevenção de trombose em viagens longas

 

Dicas para evitar problemas de circulação durante viagens longas

 

• Não permanecer sentado por longos períodos de tempo;

 

• Elevar as pernas se você estiver sentado por período de tempo moderado;

 

• Durante a viagem faça exercícios: Com os calcanhares apoiados no chão, movimente os pés alternadamente para cima e para baixo por cinco minutos, repetindo o ciclo pelo menos a cada uma hora;

 

• Se for possível faça pequenas caminhadas;

 

• Mantenha-se hidratado, ingerindo bastante líquidos e evitando bebidas alcoólicas;

 

• Use roupas confortáveis;

 

• Acomode suas bagagens de mãos no compartimento específico para que você tenha espaço para esticar as pernas;

 

• Converse com seu médico sobre a necessidade de medicamentos ou uso de meias de compressão elástica para viagens longas;

Orientações para circulação diminuída nas pernas

O que é Claudicação?
A doença arterial periférica (falta de circulação nas pernas) pode causar desconforto ou dor quando você caminha. Embora a dor ocorra mais freqüentemente na panturrilha, também pode ocorrer nos quadris, nádegas, coxas, joelhos, pernas e pés. Esta dor é chamada de claudicação intermitente. Claudicação é o desconforto ou dor nas pernas que ocorre quando você anda e diminui ou desaparece quando você descansa. Com o tempo e com a piora do quadro, você pode começar a sentir o início da claudicação em distâncias menores.

O que posso fazer para melhorar da claudicação?
O seu médico vai lhe dar um plano de tratamento específico para a sua doença arterial periférica (falta de circulação nas pernas), que podem incluir mudanças de estilo de vida como parar de fumar e perder peso. Seu médico também pode recomendar um programa de caminhada para melhorar o fluxo sanguíneo e diminuir a dor que você sente nas pernas. Programas de caminhada, quando são seguidas rigorosamente, podem dobrar ou quadruplicar as distâncias que você pode caminhar sem dor

Quais as recomendações que devo seguir em um programa de caminhada?
O seu médico irá adequar o seu programa de caminhada para as suas necessidades específicas:
• Caminhar três ou mais vezes por semana
• Aumentar a quantidade de tempo que você pode andar sem apresentar dor nas pernas caminhando gradualmente períodos mais longos sem parar.
• Evite o cigarro
• Mantenha seu peso corporal ideal

Geralmente as sessões incluem os seguintes elementos:
• Em primeiro lugar, você deve andar até sentir dor leve na perna, muitas vezes, cerca de três a cinco minutos após o início
• Continue andando até que a dor fique mais acentuada
• Em seguida, você deve parar e descansar até que a dor desapareça, geralmente após alguns minutos
• Após o desaparecimento da dor, comece a andar novamente
• Repita este ciclo de exercício e descanso por 30 a 35 minutos
• Com o programa continuo de caminhada, você vai aumentando gradualmente o tempo do ciclo para 50 minutos à uma hora.
• À medida que você progredir em seu programa de caminhada, normalmente você vai ser capaz de andar por longos períodos de tempo sem dor.