Nova Parceria – Grupo VITA – Curitiba – PR

Através de uma parceria com o Grupo VITA, o Instituto da Circulação conta a partir de Fevereiro/2014 com um novo local de Atendimento de Consultas Eletivas e de Urgência/Emergência em Angiologia, Cirurgia Vascular/ Endovascular, assim como a realização de Ecodoppler Vascular no Hospital VITA Curitiba.
Além de novos locais para realizações de Internações, Cirurgias Convencionais e Endovasculares no Hospital VITA Curitiba e Hospital VITA Batel.
Confira os endereçoes:
Hospital VITA Curitiba: BR 116, Km 396, nº 4021. Bairro Alto. Telefones (41) 3315.1882 ou (41) 3315.1790 em Curitiba – PR.
Hospital VITA Batel: Rua Alferes Ângelo Sampaio, nº 1896 / Batel. Telefone (41) 3883.8482 em Curitiba – PR.
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Orientações prévias ao internamento

1. Rever o horário do inicio do jejum;

2. Rever o horário de chegada ao hospital;

3. Rever as recomendações do médico anestesista;

4. Rever as recomendações do seu médico, tais como:

– Levar somente o necessário, como pijamas, objetos para higiene pessoal, meias médicas, etc…;

– Evitar pintar as unhas das mãos;

– Evitar levar pulseiras, relógios ou outros objetos de valores;

– Anotar em uma folha de papel os medicamentos que atualmente esta usando, bem como os que já causaram alergia e apresentá-los no momento do internamento;

– Levar todos os seus exames mais recentes;

– Levar a guia de liberação do procedimento, bem como dos materiais necessários para a realização da mesma, previamente autorizados;

– Informar ao seu médico, se não estiver sentindo-se bem antes da cirurgia, ou então que tenha iniciado algum outro novo sintoma (dor de cabeça, dor no peito, resfriado, etc…);

Insuficiência Vascular Cerebral – AVC

Qual a relação das artérias carótidas do pescoço com a insuficiência vascular cerebral?

As artérias carótidas são responsáveis pelo suprimento sanguíneo cerebral, e, quando acometidas por uma placa aterosclerótica (“placa de gordura”), podem determinar manifestações de isquemia cerebral, seja pela liberação de coágulos (embolia), seja pela obstrução completa (trombose).

Qual a importância do acidente vascular cerebral (AVC)?

A mortalidade por AVC constitui a terceira principal causa de morte nos EUA, tendo sido responsável por 1 em cada 15 óbitos em 1992. Estima-se que ocorram 500.000 novos casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) por ano, nos EUA. Destes, cerca de 2/3 são causados por doença oclusiva das artérias carótidas.

Além da mortalidade, é substancial a morbidade (seqüelas) em mais de 3 milhões de sobreviventes vítimas de acidente vascular cerebral.

Quais as manifestações clínicas?

O quadro clínico dependerá da localização da isquemia (falta de oxigenação) e do tempo de duração, podendo se manifestar com perturbações visuais, paralisias transitórias e desmaios na evolução crônica ou o derrame (acidente vascular cerebral) na evolução aguda.

Pacientes assintomáticos: São pacientes que não apresentam sintomas de isquemia, porém têm identificada obstrução por placas de ateroma ao nível da (s) carótida (s) pela presença de sopro ou por achado através de Ultra-Sonografia Vascular. Constituem o grupo em que a indicação de cirurgia é mais difícil, e deve ser bem precisa.

Ataques isquêmicos transitórios (AIT): As manifestações transitórias de isquemia cerebral podem ser perda temporária da visão, ou perda de sensibilidade, força muscular no lado oposto à carótida comprometida com recuperação nas primeiras 24 horas. Os AITs devem ser entendidos como uma “ameaça de derrame”, e constituem o grupo mais beneficiado com o tratamento cirúrgico.

Acidente vascular encefálico (AVC): Pacientes que têm um derrame cerebral estabelecido, mas apresentam recuperação parcial e são portadores de placa aterosclerótica na carótida correspondente, também são bons candidatos à cirurgia, embora os riscos sejam ligeiramente maiores. Na verdade, o risco de recorrência de AVC (novo derrame cerebral) neste grupo chega a 20%, o que pode ser evitado com cirurgia.

ecodopplerQuais exames podem ser utilizados para diagnóstico?

Ultra-Sonografia Vascular é reconhecidamente o mais importante exame para identificar os candidatos à cirurgia, por ser não-invasivo (indolor e sem riscos para o paciente) e por demonstrar com precisão o grau de estenose (estreitamento) que a placa de ateroma determina, e também as características da placa (mole ou dura). Quando a cirurgia for considerada, pode ser feito em casos selecionados um exame de imagem mais objetivo, como a arteriografia cerebral (cateterismo), ou a ressonância magnética nuclear.

Quais as indicações para o tratamento cirúrgico?

tratamento cirúrgico recebe a denominação de endarterectomia da artéria carótida e consiste na abertura da artéria carótida do pescoço e posterior retirada da placa aterosclerótica (“placa de gordura”). Está indicada nas seguintes situações:

Pacientes assintomáticos (sem sintomas): O tratamento cirúrgico está indicado quando a placa de ateroma determina uma estenose igual ou superior a 60%, e a experiência do grupo cirúrgico garantir uma incidência de AVC peri-operatório (nos períodos entre a cirurgia e a recuperação cirúrgica) inferior a 3%. Esta é uma recomendação da Associação Americana de Cardiologia, e perfeitamente aplicável na nossa realidade.

Pacientes sintomáticos (AIT ou AVC): Existe consenso mundial na indicação em pacientes com sintomas, o qual foi estabelecido nos últimos 5 anos com base em dois grandes estudos, um europeu (ECST) e outro americano (NASCET):
Estenose igual ou superior a 70%.
Estenose entre 50% e 69%, desde que o risco de AVC peri-operatório (nos períodos entre a cirurgia e a recuperação cirúrgica) seja inferior a 3%.

Também constituem indicações aceitáveis neste grupo: estenose de 50% com oclusão da carótida contra-lateral, placas ateromatosas com ulceração, e pacientes candidatos à cirurgia de coronárias que também apresentem estenose carotídea.

Cirurgia aberta

Durante cirurgia, o cirurgião vascular remove a placa que está estenosando a artéria carótida. O procedimento é chamado endarterectomia de carótida e pode ser executado usando anestesia local ou anestesia geral, dependendo da situação particular. Uma vez anestesiado, o cirurgião vascular faz uma incisão em seu pescoço e então remove a placa contida na camada interna de sua artéria carótida. Este procedimento é seguro e tem bons resultados quando feito por um cirurgião vascular qualificado e experiente.

Angioplastia e Stent de Carótidas

É um procedimento minimamente invasivo recentemente desenvolvido para tratar doença de artéria carótida. Geralmente é executado com anestesia local. Para executar este procedimento, seu cirurgião vascular insere um cateter por um pequeno furo em cima de uma artéria de virilha e guia o mesmo por seus vasos sanguíneos até sua artéria carótida. O cateter leva um balão minúsculo que é insuflado enquanto empurra a placa contra as paredes da artéria. Logo, o médico coloca um tubo de metal minúsculo chamado stent na artéria para mantê-la aberta. Sua permanência de hospital depois de angioplastia e stent é aproximadamente igual a com endarterectomia. Angioplastia e Stent de carótida é atualmente controverso porque resultados conclusivos, a longo prazo não são disponíveis. Não obstante, para pacientes que têm condições médicas que aumentam o risco de endarterectomia da carótida (cirurgia aberta), angioplastia e stent podem ser uma boa alternativa.

Tratamento de radiofrequência para varizes

Destacado

1. O que é o refluxo venoso superficial?

Refluxo venoso superficial é uma condição que se desenvolve quando as válvulas que normalmente mantém o retorno venoso tornam-se danificados ou doentes. Isso faz com que o sangue se acumule nas pernas. Os sintomas mais comuns de refluxo venoso superficial incluem dor, inchaço, sensação de peso nas pernas e fadiga, bem como as varizes em suas pernas.

2. O que é procedimento de Radiofreqüência para tratamento de varizes?

É um tratamento minimamente invasivo para o refluxo venoso superficial. Um cateter fino é introduzido na veia através de punção ou de uma pequena incisão (abertura). O cateter proporciona energia de radiofreqüência para a parede da veia, fazendo com que o calor ocasione o seu colapso e fechamento.

3. Como é feito o tratamento para o refluxo venoso superficial?

Uma vez que as válvulas doentes não podem ser reparados, a única alternativa é redirecionar o fluxo sangüíneo através das veias saudáveis. Tradicionalmente, isto tem sido feito através da remoção cirúrgica (Safenectomia) da veia problemática de sua perna. O procedimento de radiofreqüência proporciona uma alternativa menos invasiva à cirurgia tradicional simplesmente fechando a veia com problema. Uma vez que a veia doente é fechada, outras veias saudáveis assumem a função de esvaziamento de sangue de suas pernas.

4. O que diferencia o tratamento de varizes por Radiofreqüência do tratamento convencional de retirada da Safena (Safenectomia)?

Durante um procedimento de Safenectomia, o cirurgião faz uma incisão (corte) na virilha e no tornozelo ou joelho e utilizando um intrumental cirurgico conhecido como fleboextrator puxa e retira a veia de sua perna.

No procedimento de Radiofreqüência, não há necessidade de cirurgia na virilha. Em vez disso, a veia permanece no local e é fechada através da utilização de um cateter especial inserido através de uma pequena punção e/ou microincisão. Isto pode eliminar os hematomas e dor, muitas vezes associada a safenectomia (geralmente resultante da ruptura de veias colaterais enquanto a veia safena é puxada).

5. O procedimento de Radiofreqüência é doloroso?

Você receberá uma anestesia local ou regional (raqui ou peridural) para anestesiar a área de tratamento.

6. Quando posso retornar às atividades normais?

Muitos pacientes podem retomar suas atividades normais mais rápidamente do que se tivesse sido submetido a cirurgia convencional. O tempo para o retorno depende também dos procedimentos realizados conjuntamente (retirada de ramos varicosos colaterais, veias perfurantes etc).

7. Quando vou sentir melhora dos meus sintomas?

A maioria dos pacientes relatam uma melhora notável em seus sintomas dentro de 1-2 semanas após o procedimento.

8. Existem riscos potenciais e/ou complicações associadas ao procedimento de Radiofreqüência?

Como acontece com qualquer intervenção médica, potenciais riscos e complicações também existem com o procedimento de radiofreqüência. Todos os pacientes devem consultar seus médicos para determinar as suas condições de apresentar quaisquer riscos específicos. Seu médico irá analisar as possíveis complicações do procedimento na consulta. Complicações potenciais podem incluir: a perfuração do vaso, trombose, embolia pulmonar, flebite, hematoma, infecção, parestesia (dormência ou formiguamento) e queimadura da pele.

9. Qual é a eficácia do procedimento de Radiofreqüência?

Dados de um estudo prospectivo multicêntrico mostraram taxa de oclusão da veia de 97,4% um ano após o tratamento.

10. O que acontece com a veia tratada deixado para trás na perna?

A veia torna-se simplesmente tecido fibroso após o tratamento. Ao longo do tempo, a veia vai gradualmente sendo incorporada em tecido circundante. Um estudo relatou que 89% das veias tratadas são indistinguíveis de outros tecidos do corpo, um ano após o procedimento de fechamento.

11. Qual a opinião dos pacientes que realizaram o procedimento de Radiofreqëncia para tratamento de varizes?

98% dos pacientes que se submeteram ao procedimento de radiofreqüência estão dispostos a recomendá-lo a um amigo ou membro da família com problemas semelhantes nas veias da perna.